Sardinha

Quem: as sardinhas são da família Clupeidae e contemplam várias espécies. A sardinha-verdadeira que vive em nosso litoral tem cerca de 20 centímetros.
Onde: pode ser encontrada pela costa brasileira, mas a maior parte está no Sul e Sudeste.
Como: versátil, vai bem frita, grelhada, assada, no escabeche, no molho… E ainda tem a enlatada.
Por quê: pequena, porém rica em ômega-3, cálcio e zinco.

Anchova

Quem: a espécie pode alcançar 1 metro na natureza. No entanto, é comercializada com cerca de 15 centímetros.
Onde: nativa de áreas tropicais, no Brasil é encontrada em todo o litoral, com destaque para o Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Como: tem sabor marcante e fica deliciosa assada, temperada apenas com sal grosso.
Por quê: é rica em ferro, mineral que afasta a anemia.

Linguado

Quem: costuma pesar 2,5 quilos e medir 50 centímetros, em média. Seu corpo achatado e o par de olhos em uma das laterais são características únicas.
Onde: ocorre desde o litoral do Nordeste até o Sul do Brasil.
Como: seus filés delicados e sem espinha são ótimos para ceviches.
Por quê: fonte de vitaminas do complexo B, aliadas da disposição física e mental.

Robalo

Quem: entre as espécies da turma, há o robalo-peva, com 5 quilos, e o flecha, que pesa 25. Todos têm forma alongada e uma listra ao longo do corpo.
Onde: vive no Atlântico, desde os Estados Unidos até o Brasil.
Como: carne nobre, boa para grelha ou forno, também cai bem crua, em ceviche ou sashimi.
Por quê: rico em fósforo, um amigo do sistema nervoso.

Abadejo

Quem: spécie de peixe marinho pertencente ao género Pollachius, podendo chegar a 40 kilos. Onde: omum em partes do nordeste do Oceano Atlântico ao longo das costas ocidentais da EuropaComo: carne tenra e saborosa. Muito apreciada com CevichePor quê: Rico em Fósforo e Sais Minerais. Apresenta uma elevada taxa de sódio. Fonte de magnésio que ajuda a manter o equilibrio emocional.

Salmão

Quem: nome comum a espécies da família Salmonidae, que, na natureza, chegam a alcançar mais de 10 quilos.
Onde: nativo das águas frias do Hemisfério Norte, ele é criado em cativeiro no Chile.
Como: de sabor marcante e coloração laranja, é estrela na culinária japonesa – vai bem cru e também grelhado.
Por quê: famoso pela alta concentração de ômega-3.

Polaca do Alasca

Quem: ela pode atingir até 80 centímetros e ultrapassar 3 quilos. Já foi apelidada de merluza do Alasca.
Onde: proveniente das águas frias do Pacífico Norte, dos Estados Unidos, Canadá e Rússia.
Como: cozida, a carne branca se desfaz em lascas saborosas.
Por quê: oferece pitadas das vitaminas A e D, fundamentais para as nossas defesas.

Manjuba

Quem: pequenina, ela mede entre 10 e 12 centímetros.
Onde: aparece no Atlântico, desde a Venezuela, e em todo o litoral brasileiro, principalmente no Nordeste.
Como: sua carne é elástica, rosada e, quando frita, possibilita consumir inclusive a espinha – mas não exagere nesse preparo.
Por quê: a manjuba é fonte de minerais como o potássio, que ajuda a controlar a pressão.

Merluza

Quem: designação usada para peixes da família Merluccidae. A espécie acima pesa cerca de 5 quilos e é uma das mais populares no país devido ao preço em conta.
Onde: é proveniente da costa da Argentina e do Uruguai.
Como: seu filé claro, sem espinhas, fica bem na grelha. Limão e ervas ajudam a atenuar o sabor mais intenso.
Por quê: contém ômega-3, gordura de ação anti-inflamatória.

Kani

Kani-kama, também conhecido, nos países lusófonos, como delícias do mar, é um bastão feito com carne de peixe, e sabor imitação de carne de caranguejo típico do Japão. Em japonês, a palavra kani significa caranguejo e deu origem ao nome do produto porque é aromatizado com extrato ou carne desse crustáceo.

Tilápia

Quem: mais de 70 espécies são chamadas de tilápia. A mais popular aqui é a tilápia-do-nilo, que atinge entre 500 e 800 gramas.
Onde: originária da África, já é cultivada em todo o Brasil.
Como: apreciada em receitas de cozidos e assados, seu filé também é um sucesso.
Por quê: magra, possui poucas espinhas e é fonte de minerais como o selênio, protetor das células.

Atum

Quem: os peixes chamados de atum são do gênero Thunnus. São grandes predadores e alguns ultrapassam 200 quilos.
Onde: estão distribuídos por todos os oceanos, especialmente nas águas mais frias.
Como: a carne escura e untuosa faz sucesso no sashimi e na grelha. Também há a versão em lata.
Por quê: é fonte de ômega-3, gordura parceira da circulação e do coração.

Cação

Quem: nome atribuído a pequenos tubarões de várias espécies. Cação-anjo, cação-machote e cação-mangona estão entre os mais comuns.
Onde: o cação é encontrado em todo o litoral brasileiro.
Como: é apreciado em moquecas e cozidos.
Por quê: oferta proteína, fósforo e vitaminas do complexo B. Mas, por ser predador marinho, o cação tende a acumular metais pesados.

Bacalhau

Quem: eis um nome comum a várias espécies. A mais consumida por aqui chega a 90 quilos.
Onde: vive sobretudo no Atlântico Norte.
Como: a versão seca – popular no país – fica perfeita em saladas, assados, ensopados e como recheio de bolinho.
Por quê: é cheio de cálcio e magnésio, mas vale atenção com a quantidade de sódio.

Pescada

Quem: chamam-se “pescada” vários peixes da família dos Cienídeos. Destacamos aqui a amarela, que mede 1 metro e ultrapassa 15 quilos.
Onde: litoral do Atlântico, inclusive pela costa brasileira.
Como: a carne branca e com pouca espinha rende filés altos que ficam deliciosos na grelha.
Por quê: oferece minerais como o magnésio, que ajuda a manter o bom humor.